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A resposta da UE à COVID-19 é suficiente?

Sessão Alumni AESE
Acesso livre mediante inscrição prévia

5ª feira | 30 abril 2020 | 18:00

18:00

Online - Via Zoom

Após prolongadas discussões, em 9 de abril de 2020, o Eurogrupo, criou três redes de segurança imediatas, no valor de 540 mil milhões de euros, direcionadas para o emprego e os trabalhadores, as empresas e os Estados-Membros. O que foi aprovado pelos ministros das Finanças do euro foi um passo importante, mas insuficiente para as necessidades, segundo consideram muitos especialistas. E como é que estes fundos vão chegar à economia, às empresas e às famílias? Como e quando é que os Estados vão poder utilizá-los?

O ex-Comissário Europeu, Carlos Moedas, com o seu profundo conhecimento da União Europeia vai explicar como é que se chegou até aqui e o que é possível esperar adicionalmente.

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Oradores

Carlos Moedas, ex-Comissário Europeu

Depois dos estudos foi gestor de projetos para o grupo Suez Lyonnaise des Eaux entre 1993 e 1998. Tem um MBA da Harvard Business School. Trabalhou em Londres no banco de investimento Goldman Sachs, na área de fusões e aquisições, e esteve na Deutsche Bank para montar a Eurohypo Investment Bank.
De regresso a Portugal, em Agosto de 2004, dirigiu a consultora imobiliária Aguirre Newman Cosmopolita, foi administrador delegado até Novembro de 2008, altura em que cria a empresa de gestão de investimentos « Crimson Investment Management ».
A 1 de agosto de 2014, Carlos Moedas foi nomeado representante de Portugal na Comissão Europeia. Em 1 de Novembro de 2014 tomou posse na Comissão Juncker como Comissário da União Europeia para a Investigação, Ciência e Inovação.
É, desde 7 de Janeiro de 2019 membro do conselho de Administração da Fundação Calouste de Gulbenkian.

Leitura complementar

Surto de COVID-19 e resposta da UE

Emprego e trabalhadores
A UE propõe apoio temporário para atenuar os riscos de desemprego numa situação de emergência (SURE), a fim de ajudar as pessoas a manterem o seu emprego durante a crise. Este regime prevê a concessão de empréstimos aos Estados-Membros até ao montante de 100 mil milhões de euros para cobrir parte dos custos relacionados com a criação ou o alargamento do âmbito dos regimes nacionais de tempo de trabalho reduzido.

Empresas
O Grupo do Banco Europeu de Investimento (BEI) criará um fundo de garantia a nível europeu para conceder empréstimos até ao montante de 200 mil milhões de euros às empresas em toda a UE, conferindo especial atenção às pequenas e médias empresas (PME). Esta iniciativa acresce aos 40 mil milhões de euros já mobilizados para suprir as necessidades de financiamento de curto prazo das PME.

Estados-Membros
O Mecanismo Europeu de Estabilidade disponibilizará apoio contra a crise pandémica com base numa linha de crédito preventiva já existente, adaptada em função da crise da COVID-19. Estarão disponíveis empréstimos para todos os Estados-Membros da área do euro até ao montante de 2% do seu PIB (no valor de 240 mil milhões de euros).

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